Neste projeto, desde as primeiras intenções, o terreno foi entendido como protagonista: duas grandes árvores na entrada tornaram-se elementos norteadores, conduzindo o desenho da casa e reforçando o caráter natural que a envolve.
A chegada se dá por caminhos sinuosos que se perdem em meio a um paisagismo denso, revelando aos poucos a construção. O primeiro bloco, mais alto e inteiramente envolvido por grandes caixilhos, se abre para o exterior, dissolvendo limites entre interior e natureza. Ali, a integração com a vegetação e a paisagem é plena, proporcionando uma experiência imersiva.
Inserido de forma mais reservada dentro deste primeiro pavilhão que funciona como um sólido nulo, um bloco funcional abriga a cozinha e a área de serviço de forma quase que imperceptível. A circulação conecta o volume mais reservado e introspectivo: o setor íntimo da casa. Neste espaço, os quartos se organizam ao longo de um corredor aberto para o jardim lateral, enquanto um grande terraço integra todos os dormitórios, oferecendo uma relação direta com a piscina.
Aproveitando o grande apreço dos clientes por jogos, o projeto foi batizado com o nome Casa Jenga, em alusão ao jogo em que pequenos blocos são retirados de uma torre sem que esta perca o equilíbrio. Da mesma forma, o pavilhão dos quartos parece se desprender da composição principal, como um gesto de deslocamento calculado. Essa operação confere ao projeto uma identidade lúdica e conceitual, reforçando a ideia de leveza estrutural e de equilíbrio entre cheios e vazios. O layout também recebe uma mesa exclusivamente dedicada aos jogos, reforçando a pessoalidade do projeto.
Neste projeto, desde as primeiras intenções, o terreno foi entendido como protagonista: duas grandes árvores na entrada tornaram-se elementos norteadores, conduzindo o desenho da casa e reforçando o caráter natural que a envolve.
A chegada se dá por caminhos sinuosos que se perdem em meio a um paisagismo denso, revelando aos poucos a construção. O primeiro bloco, mais alto e inteiramente envolvido por grandes caixilhos, se abre para o exterior, dissolvendo limites entre interior e natureza. Ali, a integração com a vegetação e a paisagem é plena, proporcionando uma experiência imersiva.
No Studio GM, o design é um exercício de síntese, uma busca pela essência que permanece quando o excesso se dissolve. As formas são refinadas, os volumes alinhados e o espaço encontram sua verdade entre o cheio e o vazio. A luz atravessa o concreto, a natureza invade o interior e os limites entre dentro e fora se desfazem em harmonia. Cada linha é traçada com intenção; cada gesto revela uma escolha silenciosa pela clareza e simplicidade.
Fundado em 2013, o estúdio construiu sua trajetória em um diálogo entre o modernismo e o minimalismo, desenvolvendo projetos no Brasil e no exterior. Nosso trabalho já foi publicado no ArchDaily Brasil, Global e Espanha, além do Archello Holanda. Por nove anos consecutivos, integramos o TOP 100 da revista KAZA, entre os estúdios de arquitetura mais influentes do Brasil, e recebemos premiações regionais.
Nossa arquitetura nasce do equilíbrio entre precisão e sensibilidade, transformando espaços em experiências e casas em lugares para viver o tempo com leveza.